quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

CORSINO, Patricia.

A abordagem das diferentes áreas do conhecimento nos primeiros anos do ensino fundamental.


Acesso ao texto:  http://tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/172224anosiniciaisef.pdf


                  O texto se inicia, com a ação receptiva da professora do segundo ano, ao perceber que o pote de lagartas que Miguel havia levado para sala, chamou a atenção dos coleguinhas e que isso seria uma ótima oportunidade para desenvolver um projeto de ciências da natureza. Durante o projeto a professora propunha aos alunos algumas pesquisas e eles interessados sempre faziam, e depois compartilhavam, o que Corsino chama no texto de construção coletiva do conhecimento. E após o relato dessa ação, a autora nos remete ao conveito de planejmento, de sua flexibilidade e suas características: 1-o inacabamento;2- a participação do coletivo; 3- a tensão entre previsibilidade e imprevisibilidade; 4- a continuidade e o encadeamento. Da organização do tempo e do espaço para as ações.
                     A autora também conceitua os saberes das crianças entre conceitos espontâneos:cotidianamente aprendido pela criança com a realidade empiríca e conceitos científicos: construídos em situações formais de ensino.
Também escreve que quando a criança para de apenas repetir e sim entender o que está fazendo, ela transfere o conhecimento do campo da ação para o campo da linguagem.E que nas tarefas é importante o papel do professor como mediador desse conhecimento.
Em sua relação com a cultura, ela diz que esta e a substãncia primordial da educação, que é sua fonte. E cultura, deve haver no currículo e que o currículo é importante para a formação da identidade do estudante.
                         O que mais chamou minha atenção, foi o fato da autora encerrar o texto dizendo que as crianças devem ser encorajadas a falar, pensar, discutir e raciocinar, porém isso reuer trabalho, e ninguém que ter trabalho, porque no estágio, o que mais se escuta e menino cala boca, abaixa a cabeça e fica quieto, sem dar liberdade a criança pelo menos contar como foi seu dia anterior, sem ter o que dizer, quer dizer sem poder falar, a criança também não terá o que escrever, o que forma um ciclo ruim de aprendizagem.

Neste blog li a diferença entre a formação do conhecimento no coletivo e da formação solitária, muito bom o texto, o mal da sociedade do século XXI é a solidão! Com atividades diferentes, até proposta de grandes empresas .
://que-midia-e-essa.blogspot.com.br/2010/06/conhecimento-coletivo-x-sabedoria.html

Outras atividades podem ajudar no início da aprendizagem:
* Ler com os adultos em voz alta
* Ler gibis
* Histórias infantis.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

MONTEIRO, Sara Mourão.BAPTISTA, Mônica Correia.

Alfabetização e letramento.


Postagem 2 e 3 jungtas aqui, resolvi uni-las, porque tratam do mesmo texto. A postagem 2 é a apresentação dos slides e a 3 é o plano de aula.

Os slides da apresentação...





A segunda postagem do dia,  o nosso plano de aula referente as atividades que envolvam habilidades da consciêncoa fonológica, uma atividade com trava língua.
(obs: Estava em tabela,mas nna hora de passar a tabela ficou assim a formatação)

ATIVIDADE PARA CRIANÇAS DE 7 ANOS


ÁREAS CONTEÚDO OBJETIVO COMPETÊNCIA ESTRATÉGIA RECURSOS

Linguagem e expressão Sílabas Fragmentar as palavras.

Formar novas palavras a partir do fragmento das anteriores. Percebendo os aspectos sonoros das palavras. 1º Momento: Apresentação em cartaz de trava-língua. Nesse momento o aluno terá oportunidade de compartilhar seu conhecimento sobre qualquer outro trava-língua.

2º Momento: Desafio aos alunos.

3º Momento: O professor solicitará que o aluno desenhe figuras que possuem o mesmo som de PINGA, contidas no trava-língua.

4º Momento: Formar novas palavras a partir do nome das figuras desenhadas. Cartaz

Lápis colorido

Folha A4

Trava-língua

A PIA PINGA, O PINTO PIA.

QUANTO MAIS O PINTO PIA, A PIA PINGA.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Fala e escrita:

prospostas didáticas para os anos iniciais do ensino fundamental - MACIEL, Débora Amorim Gomes da Costa.


http://www.anped.org.br/reunioes/31ra/1trabalho/GT10-4398--Int.pdf
             Em um primeiro momento a autora apresenta como organizou sua pesquisa e o material utilizado para tal, as propostas dos documentos oficiais para o ensino de língua materna e as relações fala-escrita.
Os manuais didáticos ainda são uma referência para a organização e sistematização do ensino nas salas de aulas. Foram escolhidas duas coleções: Português uma proposta para o letramento e Vitória Régia - Língua Portuguesa ambas indicadas com Distinção pelo Programa Nacional do Livro Didático.
          "Nos seus fundamentos teóricos, essas coleções explicitam estarem baseadas numa proposta de língua como intereção, evidenciando a necessidade de se trabalhar a dimensão textual e discursiva da língua, contemplando as relações fala - escrita como processo de intereção entre os sujeitos" (p.2)

             O texto trabalha com os livros de 2º ao 5º ano, e entendem que mesmo nos anos iniciais a criança já realiza reflexões sobre os fenômenos da língua, de suas diferenças. Um lugar comum no ensino de língua é a adoção das concepções de linguagem: Estruturalista - expressão de pensamento; Transformacionalista - instrumento de comunicação e Enunciativa - processo de interação.
Há gêneros textuais da oralidade que se assemelham aos gêneros textuais da escrita e tantos outros da escrita que se assemelham aos da oralidade.
             O texto apresenta dois tipos de amostras, uma entrevista e uma lenda, para deixarem claro o uso dos tipos de linguegem em determinados casos específicos. Não é preciso chegar ao final do texto para saber que o primeiro livro é  melhor que o segundo, e para chegar a essa coclusão que dependendo de quem, onde, quando você utiliza estilos diferenciados. Assim como diz Tannen, que no gênero carta, a mensagem figura como elemento secundário, se comparada ao envolvimento entre os sujeitos. Porque há mitos que a linguagem falada é desorganizada, fragmentada em relação a escrita que se configura como precisa, e conforme Marchusi (2001) é preciso compreender bem que oral e que escrita buscando relacionar para que a análise não se apoie em uma supremacia ou superioridade de uma modalidade em relação a outra.

Proposta de atividade:

Não repetindo postagem mas relembrando, ano passado tivemos um evento aqui na FEBF, que a Escola Municipal Barro Branco, veio divulgar seu trabalho político, feito junto a comunidade, e dentro desse projeto há projetos de bibliotecas comuntárias, que a própria comunidade montar o acervo da escola e com isso as crianças além de desenvolverem uma boa relação com os livros, encontram apoio em casa, o que no início da aprendizagem é essencial.



                                               Foto aqui no auditório do evento!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Vamos lá....

Nessa longa estrada da vida, vou correndo e não posso parar...brincadeiras a parte.Venho me despedir dessa matéria dizendo que aprendi a importância de alfabeizar letrando a criança, que esses processos devem acontecer simultaneamente, e não alfabetizar ou letrar,  o uso de tecnologia na sala de aula é muito importante para atrair as crianças nessa era digital, porém deve haver uma preparação do docente para a melhor utilização desses materiais. Não basta ter, tem que saber usar. Porém nem sempre todos os aparelhos funcionam, como hoje fiz uma saga nômade pela sala revoluti, anes da greve usava a máquina Suiça, hoje tentei usar a Coréia do norte, mas estou escrevendo ma Eslováquia, porque a maioria das máquinas estão desmontadas, sem mouse, sem monitor, e quando liga muitas não possuem internet.Sem todo esse aparato tecnológico fica difícil dar continuidade a uma matéria que  o professor tenha por objeto utilizar o blog. 

Segui corretamente as postagens pedidas pelo professor, utilizando os materias como vídeo, fotos, com pouco uso de links.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Fim...


Escolhi essa imagem porque me lembra filme mudo e filme mudo me lembra Sir Charlie Chaplin, mas mudando o foco do assunto. Nesse semestre que se estendeu por muito mais tempo do que deveria, por causa da greve, se encerra nesse mês, e me vendo agora percebo meu amadurecimento, não em busca de nota e sim de conhecimento. Óbvio, enfeitei mais o blog com figuras e vídeos porque os descritores pediam, mas pra mim o que continua valendo é o conteúdo das minha postagens. Encerro minhas postagens revelando minha melhora, minha opinião, e minhas expectativas de melhorar sempre, esse é o melhor ponto do blog, podemos sempre aprimorar o que jpa foi feito.

Grupo 4

O uso de novas tecnologias para a melhoria da leitura e escrita.










       O trabalho apresentado pelo grupo foi de novas tecnoligias na sala de aula, assim como temos a revoluti. O fato é que as crianças já nascem na era tecnológica, e são alfabetizadas nessa área sem serem ensinadas, é quase como se fosse por osmose. A questão aqui, não é colocar apenas um computador em sala de aula e, sim de como utilizar bem esse material. Porque querendo ou não , as crianças hoje tem acesso as redes sociais, está ai uma boa forma de ajudar, pois nesses encontros virtuais, a criança escreve, lê e pensa muito rápido, além do fato de estar fazendo mil coisas ao mesmo tempo.Nesse mundo globalizado a escola tem que se adaptar a esta nova realidade, ou vai continuar sendo chamada de chata, Todo mundo gosta da escola, porque lá é ponto de encontro com os amigos, mas não gosta de ir para estudar!

Grupo 3

Mídia escrita e letramento

 

Jornais e revistas na sala de aula.



                O texto foi escrito por um conjunto de professores de uma escola municipal, o texto que é um pouco repetitivo, apoia a ideia de mídia escrita na sala de aula é importante, assim como a participação dos pais em casa, no auxílio para com os seus filhos, lendo para eles na hora de dormir, gibis, revistas, e até mesmo notícias dos jornais diários. Na parte final, o texto aborda diferentes tipos de reportagens, de escrita e de formulação da montagem do jornal.
A utilização dessas mídias impressas na sala de aula, colabora com o desenvolvimento e entendimento da criança que esse processo de aquisição da ecsrita pode se dar em diferentes lugares, que os mesmo materias utilizados em casa, pode usar em sala e assim vice-versa. Não ser um processo tão distante.